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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Atriz Amber Tamblyn sobre assédio de James Woods: “você é um silenciador”

Depois que ator se manifestou contra filme que mostra relacionamento com um menor, atriz utilizou o Twitter para contar sobre um assédio cometido por James Woods quando ela tinha 16 anos; ele rebate chamando-a de mentirosa

O ator James Woods pode não ser o nome mais recorrente nas notícias de entretenimento, mas seu rosto é familiar. Afinal, ele já participou, mais ou menos expressivamente, de mais de 100 projetos entre filmes e séries ao longo de seus 40 anos de carreira, sendo indicado a dois Oscar por sua atuação. Nos últimos anos, porém, o ator tem chamado mais atenção por seus comentários políticos conservadores e apoio ao atual Presidente dos EUA, Donald Trump. Porém, na última semana o ator voltou aos tabloides por conta de uma acusação de assédio feita pela atriz Amber Tamblyn.

Amber Tamblyn acusa ator James Woods de assédio a menores e o chama de silenciador


No Twiiter, Amber Tamblyn comenta que o ator tentou convencer ela e uma amiga a ir com ele para Las Vegas para se divertir. Quando a atriz comentou sua idade (na época ela tinha 16 anos) a resposta dele foi : “melhor ainda”. O ator foi rápido ao responder que Amber estava mentindo. Agora, a atriz decidiu publicar uma carta para o ator, detalhando o encontro e chamando-o de “silenciador”.


Na carta , publicada do site da Teen Vogue americana, ela fala que o ator está experienciando um momento de aprendizado. “É com esperança que eu peço ao senhor que se pergunte as perguntas difíceis”, fala ela. “Só você sabe como você é. Só você e suas ações sabem o que você fez. Isso significa que só você pode mudar seu comportamento ”, continua.

Amber ainda pergunta se o histórico do ator com mulheres e meninas é parte do problema. Woods começou a namorar sua atual namorada, Kristen Bauguess, quando ela tinha apenas 20 anos, e ele 66 (o ator hoje está com 70 anos). Antes disso, ele namorou uma jovem entre 19 e 20 anos.
Amber ainda pede em sua carta que Woods se olhe no espelho e questione se ele é mesmo parte do problema. “Vá lá, eu espero. Mas não vou segurar meu fôlego”, completa Tamblyn.

Entenda a polêmica

O debate entre Amber Tamblyn e James Woods começou no último domingo, depois da exibição do filme “ Call Me By Your Name ” no Festival de Cinema de Toronto. No longa, um jovem de 24 anos, interpretado por Armie Hammer , se relaciona com um garoto de 17. No Twitter, uma pessoa recriminou o filme por supostamente incentivar a pedofilia. James então compartilhou o texto, também criticando o conteúdo do filme. Na segunda-feira (11), Hammer respondeu Woods no Twitter citando justamente os relacionamentos do ator com mulheres bem mais jovem. Foi aí que Amber Tamblyn decidiu dividir sua história sobre o assédio de Woods anos atrás.

Woods respondeu apenas que era uma mentira e não mais se pronunciou. Por isso, Amber Tamblyn decidiu detalhar o ocorrido na carta, dizendo que se Woods a considerava uma mentirosa, ela o considerava um “silenciador”.



quinta-feira, 13 de junho de 2013

Ação da petrolífera OGX, de Eike, cai para menos de R$ 1 pela 1ª vez

A ação da petrolífera OGX, do empresário Eike Batista, caiu pela primeira vez abaixo de R$ 1 nesta quinta-feira (13), diante da persistente desconfiança do mercado com as perspectivas para a empresa. O papel recuou a R$ 0,97 na mínima durante o dia, com desvalorização de 6,7%.
Depois de renovar a mínima histórica, a ação OGX se recuperava, com a ação sendo cotada, às 16h40, a R$ 1,05, com alta de 0,96%. No mesmo horário, o Ibovespa subia 2,5%.
A OGX estreou na Bovespa, em 13 de junho de 2008, cotada a R$ 11,31, considerando o preço ajustado por desdobramento de papéis, e chegou a ser cotada acima de R$ 23 em outubro de 2010.
Em 12 meses até o fechamento de quarta-feira, a ação acumula queda de 89%, em um movimento explicado em parte por dados de produção abaixo das estimativas e crescentes preocupações sobre a situação do caixa da petrolífera. Só este ano, a OGX perdeu R$ 10,3 bilhões em valor de mercado, segundo dados da consultoria Economatica, "encolhendo" para um valor total de R$ 3,7 bilhões.
Mas o mau humor de investidores para com os papéis da companhia e de outras empresas do grupo EBX se agravou nesta semana, após notícia de que Eike vendeu ações da OGX no fim de maio.
Segundo documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o empresário vendeu 70,47 milhões de papéis, por um total de R$ 121,82 milhões. Analistas do JPMorgan avaliaram o evento como negativo, "com a venda refletindo uma possível necessidade de caixa pelo acionista controlador".
Mesmo antes da notícia da venda de ações da OGX por Eike, analistas mostravam bastante pessimismo com as perspectivas para o desempenho da companhia na bolsa. Em meados de abril, o Deutsche Bank reduziu o preço-alvo para a ação da OGX para R$ 0,80, de uma estimativa anterior de 2 reais, reiterando a recomendação de "venda" para a petrolífera.

Bolsa de Buenos Aires: Merval fecha em alta de 0,21%

Buenos Aires, 13 jun (EFE).- O índice Merval, da Bolsa de Comércio de Buenos Aires, fechou nesta quinta-feira em alta de 0,21%, para 3.244,04 pontos.
Já o Índice Geral da Bolsa recuou 0,12%, para 189.514,10 pontos, enquanto o Merval 25 subiu 0,15% e fechou aos 3.244.
No mercado de câmbio, o preço do dólar subiu levemente e fechou a 5,28 pesos para compra e 5,33 pesos para venda. EFE

Índices dos EUA disparam com dados econômicos, fatores técnicos

Por Rodrigo Campos
NOVA YORK, 13 Jun (Reuters) - As ações dos Estados Unidos dispararam nesta quinta-feira, recuperando-se após três dias de queda, na medida em que os resultados do setor do varejo e de auxílio desemprego ajudaram a dar mais segurança a investidores sobre o momento em que o Federal Reserve, banco central do país, reduzirá seu estímulo.
O índice Dow Jones avançou 1,21 por cento, para 15.176 pontos. O índice Standard & Poor's 500 teve valorização de 1,48 por cento, para 1.636 pontos. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 1,32 por cento, para 3.445 pontos.
Apesar do rali, o S&P 500 não foi capaz de manter-se acima do nível de resistência da média móvel de 14 dias em 1.636 pontos. O termômetro tocou o nível de suporte mais cedo na semana, quando operou abaixo de sua média móvel de 50 dias em torno de 1.600 pontos.
Antes do início dos negócios, dados do governo mostraram que as vendas no varejo cresceram mais do que o esperado em maio e pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram na semana passada, sugerindo resiliência na economia dos EUA.
O mercado, que recuou fortemente na quarta-feira, avançou com base nos resultados econômico desta quinta-feira, de acordo com o diretor da divisão da bolsa de valores de Nova York do O'Neil Securities, Ken Polcari. Mas ele disse que a alta deve-se também às vendas exageradas dos pregões anteriores.
"Eu espero que o S&P 500 teste níveis de apoio novamente" próximo a 1.600 pontos, disse Polcari.
As ações recuaram nos três últimos dias devido a temores de que bancos centrais podem começar a reduzir suas medidas de estímulo. A ansiedade de operadores aumentou após o Banco do Japão, banco central do país, decidir não tomar novas medidas na terça-feira, desencadeando vendas de ações japonesas e um rali no iene.
"Temos aguardado algo como isso para se somar às nossas posições catenárias", disse o especialista sênior em investimentos do JPMorgan Private Bank, Ian Kerrigan, referindo-se ao recuo.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

'A inflação vai cair no Brasil', diz Guido Mantega

Mantega se reúne com empresários em São Paulo (Foto: Darlan Alvarenga/G1)Mantega se reúne com empresários em São Paulo (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira (25) que a inflação brasileira – que em março ultrapassou o teto da meta do governo, de 6,5%, já está em trajetória descendente.
“A inflação vai cair no Brasil”, garantiu, em entrevista, após reunião com empresários em São Paulo. “Temos condições perfeitas para reduzir a inflação”, completou.
O ministro destacou que o preço das commodities no mercado internacional já está caindo, que os preços de alimentos, no atacado, “já caiu”, que "a indexação está diminuindo" e que não está previsto neste ano que haja seca nem nos Estados Unidos nem no Brasil.
Ministro Guigo Mantega, em entrevista nesta quinta-feira (Foto: Darlan Alvarenga/G1)Ministro Guigo Mantega, em entrevista nesta quinta-feira
(Foto: Darlan Alvarenga/G1)
“Portanto, nós estamos com inflação descendente no país”, afirmou, sem dar previsão sobre o retorno da inflação para dentro da meta de até 6,5% do Banco Central. "Tem que perguntar para o Banco Central", disse.
No início do mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, usada como base para as metas do governo, apresentou variação de 0,47% março – taxa inferior à registrada no mês anterior, de 0,60%. Mas, no acumulado em 12 meses, a taxa alcançou 6,59%.
Na ocasião, Mantega afirmou que “o governo não poupará medidas para conter a inflação e impedir que ela se propague”. De fato, na semana seguinte o Banco Central elevou para 7,5% a taxa básica de juros, citando "o nível elevado da inflação e a dispersão de aumentos de preços".
Juros
Com relação ao aumento da taxa básica de juros, Mantega afirmou que, apesar da alta na Selic, o  juro real no Brasil “ainda é um dos mais baixos dos últimos tempos”.
Questionado se esse entendimento poderia ser considerado como uma sinalização de que os juros não deverão voltar a cair no país, o ministro disse: “Não vamos falar das oscilações de curto prazo que sempre haverão.  Estou falando do juro para o investimento, para o longo prazo, que é muito favorável para reduzir o custo financeiro para estimular investimentos”.
PIB
Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o ministro voltou a afirmar que a economia está em trajetória de aceleração do crescimento.
“Vamos ter um PIB maior no primeiro trimestre do que foi no anterior, estamos conseguindo crescer apesar das dificuldades internacionais”, disse.
Mantega  evitou, entretanto, fazer previsões para o PIB do 1º trimestre e de 2013. “Hoje o Banco Central fez um relatório e falou num crescimento no primeiro trimestre de 1%”, disse.
Questionado se a Fazenda havia desistido de fazer projeções para o crescimento da economia, Mantega disse que o ministério ainda não dispõe de todos os dados necessários para uma estimativa oficial do ministério para o desmepenho da economia em 2013.
“A Fazenda está observando aquilo que o mercado está dizendo. Não temos os dados ainda. Prefiro saber o dado concreto. Falta ainda um mês. Nós já temos dois meses, então vamos aguardar”, disse.
“O que para nós interessa é que está havendo uma aceleração do crescimento. O dado exato eu não sei dizer, mas isso está acontecendo  em vários setores. Outros setores ainda precisam de mais impulsos ou precisam esperar para que as medidas que nós tomamos surtam efeito”, completou.
“Na minha avaliação, estamos continuando uma recuperação econômica que começou no ano passado. A cada mês, a cada trimestre, deveremos ter um crescimento um pouco maior que do que anterior. Mas ainda sofremos problemas oriundos da crise internacional, nós ainda temos dificuldades de exportação e estamos importando muito produtos que concorrem com os nossos e diminuem o tamanho do nosso mercado”.
Custo de mão de obra e investimentos
Segundo o ministro, a principal queixa ouvida dos empresários foi com relação aos custos, não só o financeiro e tributário, mas também os de mão de obra.
“Há um contraste com o que acontece nos outros países, porque eles têm um alto desemprego e sofreram mais fortemente a crise nos últimos anos, então o custo de mão de obra caiu lá. Temos uma virtude aqui porque estamos quase com pleno emprego, os trabalhadores estão ganhando mais, mas isso significa um custo um pouco maior para alguns setores”, avaliou.
Segundo Mantega, o governo está procurando equilibrar o custo trabalhista brasileiro com a desoneração da folha de pagamentos de diversos setores, mas também pretende manter as conversar com os empresários a fim de buscar novas medidas para estimular a produtividade e o aumento do nível de investimentos.
“Temos uma prioridade de aumentar os investimentos”, disse. “Nós combinamos de analisar os vários problemas que persistem no setor produtivo para que juntos possamos dar as soluções ou acelerar as soluções que já foram tomadas”, acrescentou. “É uma agenda para aumentar os investimentos, o mercado consumidor e, fundamentalmente, reduzir os custos no Brasil”, completou.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Meta cheia de superávit primário não deve ser cumprida, admite Mantega


Segundo ministro da Fazenda, parte dos investimentos serão abatidos. Essa prerrogativa já foi aprovada pelo Congresso e utilizada em 2009.


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta terça-feira (6) que a meta cheia de superávit primário para este ano, que é a economia feita para pagar juros da dívida pública e tentar manter a trajetória de queda, não deverá ser atingida.

Com isso, o governo utilizará a prerrogativa, já autorizada pelo Congresso Nacional, de abater parte dos investimentos da meta fiscal - que é de R$ 139,8 bilhões em 2012, o equivalente a 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse procedimento já foi adotado pelo governo federal em 2009, na primeira etapa da crise financeira internacional.
"Nós temos uma meta de primário para este ano de 3,1% do PIB. Temos autorização para deduzir desta meta, que seria a meta cheia, o equivalente a investimentos que vamos fazer. Poderíamos deduzir até R$ 42 bilhões [previsão para investimentos em 2012]. Não pretendemos fazer [toda] essa dedução, mas como estamos com a arrecadação mais fraca neste ano, e estamos fazendo grandes desonerações, reduções de tributos, que vão chegar a R$ 45 bilhões, significa uma renúncia de arrecadação", disse o ministro, em entrevista na saída do ministério.
A informação de que o governo não deverá cumprir a meta de superávit das contas públicas já havia sido dada pelo ministro em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", publicada nesta terça-feira.
Resultados das contas públicas
Os números divulgados pelo Banco Central no fim de outubro já mostravam que dificilmente a "meta cheia" (sem abatimentos dos investimentos) seria cumprida neste ano. No acumulado de janeiro a setembro, de acordo com a autoridade monetária, o superávit primário das contas públicas somou R$ 75,81 bilhões, ou 2,13% do Produto Interno Bruto (PIB). 
Contra igual período do ano passado, quando o resultado positivo somou R$ 104,63 bilhões, houve uma queda de 27,5%.Para fechar a conta, o governo teria de economizar R$ 64 bilhões em três meses.
Na última semana, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, admitiu que os estados e municípios não deveriam cumprir sua parte na meta de superávit primário neste ano. Quando isso acontece, teoricamente o governo federal deveria compensar a diferença. 
'Mínimo possível' de abatimento
Mantega também declarou nesta terça-feira que o abatimento dos investimentos na "meta cheia" de superávit primário neste ano será o "mínimo possível". "Isso não significa uma afrouxamento das contas públicas. Pelo contrário, continuamos reduzindo o déficit [nominal, que engloba as despesas com juros]. Neste ano, vai ser menor do que no ano passado e vai continuar caindo e a dívida publica continuará caindo. Mesmo tendo uma dedução de uma parte do investimento, continuamos fortalecendo as contas públicas", concluiu o ministro da Fazenda.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

BB lança linha de crédito para projetos voltados à Copa de 2014


Objetivo é financiar investimentos de micro e pequenas empresas do país. Teto para empréstimos é de R$ 1,5 mi, com juros TJLP mais 4,5% ao ano.


Banco do Brasil lançou nesta quarta-feira (17) uma linha de crédito voltada ao financiamento de micro, pequenas e médias empresas que pretendam desenvolver projetos relacionados à Copa das Confederações, que acontece em 2013, e à Copa de 2014.

O produto começa a ser oferecido aos clientes nesta quarta-feira e vai contar com taxas de juros a partir de TJLP (5,5%) mais 4,5% ao ano – o equivalente a 0,82% ao mês.

A linha de crédito contará com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e, além de financiar investimentos, vai oferecer recursos para capital de giro. O produto é voltado para empresas com faturamento bruto anual de até R$ 25 milhões.

O valor máximo dos empréstimos é de R$ 1,5 milhão para investimentos e R$ 500 mil para capital de giro. O prazo de pagamento será de 84 meses para investimentos (com 24 meses de carência) e 36 meses para capital de giro (com carência de 12 meses).

O vice-presidente de Agronegócios e Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Osmar Dias, disse que a linha vai disponibilizar R$ 500 milhões aos clientes - sendo R$ 400 para investimentos e os outros R$ 100 para capital de giro. Dias disse ainda que esse fundo pode ser elevado para R$ 750 milhões.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Após máquina de coxinha, empresa cria equipamento que faz brigadeiro


Produto enrola e passa no confeito 3.000 doces por hora.
Fábrica vende 1,5 mil máquinas de fazer massas, doces e salgados ao ano.


Máquina é capaz de enrolar 3.000 docinhos por hora (Foto: Divulgação)Máquina é capaz de enrolar 3.000 docinhos
por hora (Foto: Divulgação)
Após fazer sucesso com a criação da máquina que faz doces e salgados, como coxinhas, o empresário Gilberto Poleto, dono da fábrica Bralyx, agora investe nos docinhos, com uma máquina de fazer trufas, beijinhos e brigadeiros.

Com capacidade de produzir 3.000 unidades de 30 gramas por hora, o equipamento foi desenvolvido para pequenos comércios, como padarias e cafés, ou até mesmo para autônomos que produzem os quitutes em casa para eventos ou festas. O preço médio do produto é de R$ 40 mil.

“Detectamos que tantos essas empresas quanto esse pessoal que faz chocolate, trufa em casa, vinha pedindo uma máquina para atender a demanda maior de supermercados, festas”, explica Poleto.

De acordo com o empresário, a máquina não faz a massa do brigadeiro – para isso, a empresa possui outro equipamento –, mas enrola e passa o confeito no doce. “Ela faz a bolinha, que cai dentro de uma mesa giratória. O brigadeiro já cai em cima do chocolate granulado. O beijinho já cai em cima do coco ralado”, explica.
A empresa levou seis meses para desenvolver o produto, com um investimento de R$ 300 mil. Segundo ele, já há 20 encomendas da mercadoria, com as primeiras entregas previstas para daqui a 60 dias.

A Bralyx existe desde 1993. Além das máquinas de fazer salgados e brigadeiros, a empresa tem ainda aparelhos para o preparo das massas dos alimentos (como a massa e o recheio da coxinha ou creme do brigadeiro), para fazer empanadas, suspiros e macarrons - alguns desenvolvidos com projetos de fora ou em parcerias.
Cada máquina pode ser usada para mais de um tipo de produto, dependendo da consistência da massa. Por exemplo, o equipamento de fazer brigadeiro também pode ser usado para enrolar bolinho de carne. Para atender melhor a cada necessidade é que são desenvolvidos novos itens.

“A formadora de salgados tem certa dificuldade para trabalhar com chocolate (...), começa a quebrar o produto. A trufa, por exemplo, fica pesado para operar, amassa e quebra. Essa [a nova máquina], em vez de infusão, trabalha por pressão. A massa entra dentro de um recipiente, vai para uma catraca que vai empurrar o produto, é muito mais sutil”, revela o empresário.

De acordo com Poleto, a máquina de fazer salgadinhos é o carro-chefe – são vendidas 1.000 ao ano (os preços variam de R$ 22 mil a R$ 95 mil). Somando os outros produtos, no total, a empresa vende aproximadamente 1,5 mil equipamentos ao ano. O crescimento anual do faturamento tem sido de 30% a 40% nos últimos cinco anos. A expectativa é manter a porcentagem em 2012.

A empresa também exporta para 28 países e tem um escritório na Inglaterra.
Empresa vende cerca de 1.000 máquinas de fazer coxinha ao mês (Foto: Reprodução/TV Globo)Empresa vende cerca de 1.000 máquinas de fazer
coxinha ao mês
“Nossas máquinas permitem fazer uma gama de produtos grande. Tudo que seja um bolo recheado eu posso formatar. Em bolinha, em travesseirinho. Vende para árabes fazerem quibe. Para os italianos fazerem arancini (bolinho de arroz). Dá para fazer churros... Os países têm suas peculiaridades de produtos”, afirma.
As exportações, iniciadas há cinco anos, representam 8% do faturamento atualmente. “Queremos chegar a 30%, 40% nos próximos cinco anos, dependendo a politica cambial. O dólar tem que chegar a R$ 2,40”, avalia.

A própria máquina de fazer brigadeiro surgiu da demanda italiana pelos bolinhos de arroz, afirmou Poleto, tendo em vista que era necessário um equipamento que enrolasse a massa sem amassar os grãos. A partir daí, o empresário percebeu que o equipamento atendia também a demanda para o tradicional doce brasileiro.

“A grande fortaleza desse mercado é o nascimento da nova classe média que necessita de produtos desse tipo. O brasileiro gosta de salgadinho. Se você vai num bar nobre, num restaurante de alto padrão, eles vendem salgadinhos e o pessoal come de joelhos. Da mesma forma que o camarada que chega na padaria do bairro também come a coxinha”, avalia o empresário.

Para 14% dos endividados, débito passa de 5 vezes a renda mensal


Dívida média das famílias recuou para R$ 4.943,88 em junho, diz Ipea. Otimismo das famílias teve recuperação no mês passado.


O percentual de famílias brasileiras endividadas cresceu em junho, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (17) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No mês passado, 47% dos consultados afirmaram ter dívidas, ante 46,5% em junho.
Segundo a pesquisa, a dívida média das famílias em junho era de R$ 4.943,88, abaixo dos R$ 5.528,17 do mês anterior. Para 14% das famílias, no entanto, a dívida correspondia mais de cinco vezes a renda mensal. Para 21%, o débito estava entre 2 e 5 vezes a renda familiar.
O levantamento do Ipea aponta que 9,1% das famílias se consideram “muito endividadas”. 19,4% dizem estar “mais ou menos endividadas”, enquanto 18,1% se dizem “pouco endividadas”. Entre as famílias pesquisadas, 30,46% disseram ter contas em atraso; destes, 33,03% alegam não ter condições de quitar plenamente as dívidas em questão.
Otimismo
Apesar do quadro de endividamento, o otimismo das famílias brasileiras com a situação socieconômica do país mostrou recuperação em junho, segundo dados do Ipea. O indicador alcançou 68,5 pontos no mês passado – a maior pontuação desde janeiro, quando registrava 69 pontos. Em maio, estava em 67.
Na escala, que vai de 0 a 100, pontuações entre 60 e 80 indicam otimismo.
Entre as regiões, a maior taxa de otimismo foi encontrada no Centro Oeste, com 86 pontos – uma alta de 6,5 frente ao mês anterior. Já as famílias da região Norte apresentaram o menor otimismo, com 62,7.
Na contramão da média nacional, as regiões Sudeste e Sul tiveram redução nas perspectivas, passando de 70,1 para 69,9 pontos e de 65,5 para 65,3, respectivamente.

terça-feira, 10 de julho de 2012

ANS suspende vendas de 268 planos de saúde de 37 operadoras


Medida foi causada por descumprimento de prazos de atendimento. Proibição entra em vigor na sexta-feira (13),diz diretor da ANS.


Padilha e Ceschin (Foto: Lilian Quaino/G1)O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o
diretor-presidente da ANS, Mauricio Ceschin, em
entrevista nesta terça-feira (10)
A Agência Nacional de Saúde Suplementar suspendeu nesta terça-feira (10) o direito de comercialização de 268 planos de saúde, administrados por 37 operadoras, por descumprimento de prazos estabelecidos pela agência para atendimento médico, realização de exames e internações.  O diretor-presidente da (ANS), Mauricio Ceschin, informou que a suspensão vale a partir da sexta-feira (13), para que os planos possam comunicar a decisão da agência a seus departamentos comerciais.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que essas operadoras de saúde, se quiserem continuar vendendo esses produtos, têm que tratar bem os usuários. As 37 operadoras administram mais de mil planos, explicou Padilha. Os 268 que tiveram novas vendas proibidas tiveram reclamações reiteradas. Entre eles, há planos privados e corporativos. A cada três meses a ANS avaliará os planos de saúde, podendo revogar a suspensão, explicou Ceschin.
Se em três meses o número de reclamações diminuir, a agência será comunicar que a suspensão foi revogada e pode voltar comercializar o produto. Se continuarem as reclamações, a suspensão é mantida, explicou o diretor da ANS.
PRAZOS DE ATENDIMENTO DEFINIDOS PELA ANS
ServiçoPrazo máximo
Pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia7 dias
Consultas nas demais especialidades médicas14 dias
Consulta com fonoaudiólogo10 dias
Consulta com nutricionista10 dias
Consulta com psicólogo10 dias
Consulta com terapeuta ocupacional10 dias
Consulta com fisioterapeuta10 dias
Consultas e procedimentos realizados em consultórios ou clínicas com cirurgião-dentista7 dias
Diagnóstico em laboratório de análises clínicas em regime ambulatorial3 dias
Demais serviços de diagnóstico em regime ambulatorial10 dias
Procedimentos complexos21 dias
Atendimento em regime de hospital10 dias
Atendimento em regime de internação eletiva21 dias
Urgência e emergênciaImediato
Consulta de retornoA critério do profissional de saúde
"A suspensão da venda de novos planos é uma atitude pedagógica para essas operadoras e esses planos de saúde, que tiveram seis meses para se adequar às normas, desde sua implantação", disse Padilha. Segundo disse, proibir venda de novos planos permitirá à operadora reorganizar a rede e melhorar seu produto.
Multa e consumidores
Segundo a Ceschin, os planos de saúde afetados poderão ser multados em R$ 250 mil caso insistam em ter novos beneficiários.
Esses planos que tiveram as vendas suspensas reúnem 3,5 milhões de beneficiários que não terão qualquer prejuízo, segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. No país, 50 milhões de pessoas são associadas a algum plano de saúde ou odontológico, disse Padilha.
Segundo Padilha, a partir das denúncias de demora no atendimento, criou-se uma resolução específica determinando prazos para todos os tipos de procedimento.
“Criamos uma forma de monitorar se isso é cumprido através do número de denúncias. Se em dois monitoramentos (um a cada três meses) houver piora no atendimento, o plano fica impedido de comercializar. Isso é uma proteção ao beneficiário. Se o plano aumentar o número de pessoas associadas não vai conseguir atender bem, uma vez que já está atendendo mal aos seus antigos beneficiários. Ele não pode atender a novas pessoas enquanto não atender no prazo os seus beneficiários tradicionais”, explicou.
“Além das denúncias no site, tem a atualização dos beneficiários dos planos de saúde junto à ANS. Os dados são cruzados e podemos identificar se os planos com vendas suspensas têm novos beneficiários”, disse Ceschin.
Mais de 100 empresas com reclamações
Ao todo, 105 empresas tiveram reclamações pelo segundo trimestre consecutivo.
Os casos denunciados pelos usuários à ANS são de desrespeito à Resolução Normativa nº 259. A medida estabelece o tempo máximo permitido entre o pedido de um procedimento, como consultas, exames e cirurgias, e seu atendimento. Os prazos variam de acordo com o tipo de solicitação.
Das cerca de mil operadoras de plano de saúde, 162 tiveram reclamações de usuários sobre o descumprimento dos prazos no segundo trimestre de 2012. Os atrasos foram registrados entre os dias 19/03 e 18/06. No primeiro trimestre, a porcentagem foi de 19%.
Segundo a ANS, as operadoras de planos de saúde que não cumprem os prazos definidos pela agência estão sujeitas a multas de R$ 80 mil a R$ 100 mil, para situações de urgência e emergência. E, em casos de descumprimentos constantes, podem sofrer medidas administrativas.
Por isso, o consumidor deve prestar atenção. Após tentar agendar o atendimento com os profissionais ou estabelecimentos de saúde credenciados e não obter sucesso dentro do prazo máximo previsto, deve entrar em contato com a operadora para uma alternativa. Nesse contato, a pessoa deve anotar o número de protocolo, que servirá como comprovante da solicitação.
Se a operadora não oferecer solução, o consumidor deverá, tendo em mãos o número do protocolo, fazer a denúncia à ANS por meio de um dos canais de atendimento: Disque ANS (0800 701 9656), Central de Relacionamento no site da agência ou ainda, presencialmente, em um dos 12 núcleos da ANS nas principais capitais brasileiras.
Veja a lista de planos que tiveram suas vendas suspensas pela ANS:
- ADMEDICO ADMINISTRAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS A EMPRESA LTDA - 384003
413491995 - ADMEDICO I A H ENF
413492993 - ADMEDICO I A H O ENF
413504991 - EMP MENS AMB HOSP APTO
459845098 - I A H COPART ENF
- ADMINISTRADORA BRASILEIRA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA - 413305
437399025 - ODONTO AMBULATORIAL
- ASL-ASSISTÊNCIA A SAÚDE - 411264 
432705005 - MÉDICUS QP(PESSOAL JURÍDICA)
441042034 - SAÚDE QC 12
441044031 - SAÚDE QC 11
441048033 - SAÚDE QC 21
441049031 - SAÚDE QP 21
446614034 - SAÚDE 50 QC12
- ASSISTÊNCIA MÉDICO HOSPITALAR SAO LUCAS S/A - 323811
425347997 - AMBULATORIAL HOSPITALAR OBST.FAM/IND BRONZE
434037000 - AMBULATORIAL + HOSP. OBSTETRICO FAMILIAR/ INDIVIDUAL PRATA
434042006 - AMBULATORIAL + HOSP. OBSTETRICO COL. ADESÃO BRONZE
437046025 - PLANO AMB.HOSP. OBSTÉTRICO BAURU BRONZE C/CO-PARTICIPAÇÃO
452799042 - PLANO CONTRATAÇÃO RELATIVA BRONZE
460341099 - PLANO AMBULATORIAL HOSPITALAR OBSTÉTRICO BRONZE
- BENEPLAN PLANO DE SAÚDE LTDA - 370363 
411488994 - PLENO GRUPAL PRÉ PAGAMENTO
415706991 - ECONÔMICO GRUPAL – EMPRESARIAL
- CASA DE SAÚDE SÃO BERNARDO S/A - 363766 
448957048 - CAPIXABA AMIGO EMPRESARIAL ESPECIAL
448958046 - CAPIXABA AMIGO EMPRESARIAL EXECUTIVO
448959044 - CAPIXABA TOTAL EMPRESARIAL EXECUTIVO
450218043 - CAPIXABA AMIGO EXECUTICO C/OBSTETRÍCIA
450219041 - CAPIXABA PARTICIPATIVO ESPECIAL C/OBSTETRÍCIA
450220045 - CAPIXABA PARTICIPATIVO EXECUTIVO C/OBSTETRÍCIA
461241108 - CAPIXABA PARTICIPATIVO EMPRESARIAL ESPECIAL C OBST
461242106 - CAPIXABA PARTICIPATIVO EMPRESARIAL EXECUTIVO C OBST
463127107 - SÃO BERNARDO TOTAL EMPRESARIAL EXECUTIVO
463128105 - SÃO BERNARDO TOTAL EMPRESARIAL ESPECIAL
463130107 - SÃO BERNARDO TOTAL ESPECIAL
463131105 - SÃO BERNARDO TOTAL EXECUTIVO
463132103 - SÃO BERNARDO AMIGO ESPECIAL
464714119 - CAPIXABA TOTAL EMPRESARIAL ESPECIAL
- CENTRO CLÍNICO GAÚCHO LTDA - 392804 
401612992 - AMBULATORIAL ESPECIAL EMPRESARIAL C/CO-PART
401613991 - AMBULATORIAL ESPECIAL EMPRESARIAL POR ADESÃO CO-PART
401615997 - AMBULATORIAL ESPECIAL PESSOA FÍSICA
401616995 - HOSPITALAR GLOBAL STANDART EMPRESARIAL CO-PART
401617993 - HOSPITALAR GLOBAL STANDART EMPRESARIAL POR ADESÃO CO-PART
401619990 - HOSPITALAR GLOBAL STANDART PESSOA FÍSICA
416591998 - AMBULATORIAL ESPECIAL EMPRESAL POR ADESÃO C/CO-PART
427018995 - HOSPITALAR GLOBAL STANDART PESSOA FÍSICA COM CARÊNCIA
427019993 - HOSPITALAR GLOBAL STANDART SEM ODONTO PESSOA FÍSICA COM CO-P
446956039 - HOSPITALAR GLOBAL STANDART EMPRESARIAL COM CO-PARTICIPAÇÃO
- EXCELSIOR MED S/A - 411051
436394019 - EXPRESS ODONTO I
436395017 - EXPRESS ODONTO II
436396015 - EXPRESS ODONTO III
436397013 - EXPRESS ODONTO IV
436400017 - EXTRA ODONTO III
436401015 - EXTRA ODONTO IV
436403011 - EXPRESS DONTO COMPULSÓRIO I
454975069 - EXPRESS AL ENFERMARIA COM PARTO
454976067 - EXPRESS AL ENFERMARIA SEM PARTO
454977065 - EXTRA AL APARTAMENTO COM PARTO
454978063 - EXTRA AL APARTAMENTO SEM PARTO
457569085 - EXTRA PB APARTAMENTO SEM PARTO
457570089 - EXTRA PB APARTAMENTO COM PARTO
- FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE BELO HORIZONTE - 415405
407881991 - SANTA CASA SAÚDE BH - EMPRESA COMPLETO PRATA
407882999 - SANTA CASA SAÚDE BH - EMPRESA COMPLETO BRONZE
407892996 - SANTA CASA SAÚDE BH - INDIVIDUAL COMPLETO OURO
407893994 - SANTA CASA SAÚDE BH - INDIVIDUAL COMPLETO PRATA
422322995 - SANTA CASA SAÚDE BH-EMPRESA COMPLETO PRATA C/CO-PARTICIPAÇÃO
443728034 - INDIVIDUAL CO-PARTICIPATIVO PRATA
450530041 - PRATA COM CO-PARTICIPAÇÃO
450531040 - OURO COM CO-PARTICIPAÇÃO
456706084 - TOTAL
456708081 - TOTAL CORP
456709089 - IDEAL
456712089 - IDEAL CORP
- FUNDAÇÃO WALDEMAR BARNSLEY PESSOA - 319147
412684990 - EMPRESARIAL PLENO STD
412687994 - EMPRESARIAL PLENO EXEC
415633991 - ADESÃO PLENO A
415639991 - INDIVIDUAL PLENO A
436239010 - + SAÚDE STANDARD “D”
- GREEN LINE SISTEMA DE SAÚDE S.A - 325074
400307991 - STANDARD GLOBAL
400308990 - SPECIAL GLOBAL
400309998 - EXECUTIVE GLOBAL
400319995 - STANDARD GLOBAL
400320999 - SPECIAL GLOBAL
400431991 - PLANO STANDARD GLOBAL
404510996 - ESPECIAL
432843004 - PLANO REFERÊNCIA STANDARD PME
432844002 - PLANO REFERÊNCIA SPECIAL PME
432845001 - PLANO EXECUTIVE - PME
434527014 - STANDARD GLOBAL - CA
434528012 - SPECIAL GLOBAL - CA
436875014 - SELECT GLOBAL
440839030 - IDEAL
443022031 - IDEAL 200
443024037 - IDEAL EMPRESARIAL APARTAMENTO
444361036 - SPECIAL PREMIUM
444362034 - SPECIAL PREMIUM CA
444364031 - SPECIAL PREMIUM PME
445184038 - IDEAL 300
445187032 - IDEAL MAXI EMPRESARIAL APARTAMENTO
451309046 - ESPECIAL I PME
451310040 - ESPECIAL II PME
451311048 - VIP OURO I PME
459534093 - CLASSIC
459535091 - STYLE
459536090 - PRIME
459537098 - MASTER
459538096 - EXCELLENCE
459544091 - CLASSIC CA
459554098 - CLASSIC CE
459555096 - STYLE CE
460240094 - PRIME CE-PME
460241092 - EXCELLENCE CE PME
460243099 - CLASSIC CE PME
460244097 - STYLE CE PME
- GRUPO HOSPITALAR DO RIO DE JANEIRO LTDA - 309222
404299999 - ASSIM CARIOCA PLUS ESP EMPRESARIAL COM OBST
404307993 - ASSIM CARIOCA PLUS STD EMPRESARIAL COM OBST
426232998 - ASSIM MIX PLUS P SSM EMP QC COM OBSTETRÍCIA
441547037 - ASSIM MIX PLUS PSSM EMP QP COM OBST
464909115 - ASSIM SMART - IND QC COM OBST SEM COPART
464913113 - ASSIM UNIQUE - IND QC COM OBST SEM COPART
464917116 - ASSIM SPECIAL - IND QC COM OBST SEM COPART
466140121 - ASSIM CARIOCA 300 CORP QC C/ OBST SEM COPART
- HBC SAÚDE S/C LTDA - 414352
439283023 - PRIME RE
461134099 – SAFIRA
- MEMORIAL SAÚDE LTDA - 373010 
447453038 - PLANO AMBULATORIAL INDIVIDUAL MEMORIAL TOP
447532031 - PLANO AMBULATORIAL COLETIVO EMPRESARIAL MEMORIAL TOP
456570073 - TOP EXPRESS
- NOSSA SAÚDE - OPERADORA PLANOS PRIVADOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE LTDA - 372609
404061999 - PLANO BRONZE TITULAR A COM DEPENDENTE
416613992 - CAPITA LIDER100 ENFERMARIA
701841990 - MILENIUM AMBULATORIAL E HOSPITALAR
SEM OBSTETRÍCIA
- OPERADORA IDEAL SAÚDE LTDA - 412171 
435789012 - IDEAL SAÚDE BÁSICO COM CO-PARTICIPAÇÃO
435790016 - IDEAL SAÚDE ESPECIAL COM CO-PARTICIPAÇÃO
447889034 - COLETIVO EMPRESARIAL APARTAMENTO
447890038 - COLETIVO EMPRESARIAL ENFERMARIA
447893032 - EXCELENCE
447894031 - GLOBAL APARTAMENTO
447895039 - GLOBAL ENFERMARIA
- PORTO ALEGRE CLÍNICAS S/S LTDA - 346870 
408880998 - AMB-A1
408910993 - HEA2
408911991 - HSA2
408941993 - HOD4
- PREVENT SENIOR PRIVATE OPERADORA DE SAÚDE LTDA - 302147
444213030 - PREVENT SENIOR ESMERALDA ENFERMARIA
444214038 - PREVENT SENIOR ESMERALDA APARTAMENTO
445140036 - PREVENT SENIOR TOPÁZIO
- REAL SAÚDE LTDA EPP - 381161 
413765995 - SAUDE SAMARITANO REFERENCIA STAND
SEM CO-PARTICIPACAO
413767991 - GLOBAL EMPRESARIAL ENFERMARIA
413768990 - GLOBAL EMPRESARIAL APARTAMENTO
413770991 - GLOBAL AGRESTE ENFERMARIA
413772998 - ESSENCIAL FAMILIAR APARTAMENTO
413773996 - ESSENCIAL FAMILIAR ENFERMARIA
413780999 - ESSENCIAL ENFERMARIA
464695119 - EXECUTIVO INDIVIDUAL ENFERMARIA
- RECIFE MERIDIONAL ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA - 410985
432716001 - SAÚDE PREFERENCIAL
459606094 - MEDIC SAÚDE
459828098 - SAÚDE BRASIL BÁSICO
461985104 - SAÚDE BRASIL GLOBAL APARTAMENTO
- SAMP ESPÍRITO SANTO ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA - 342033
406694994 - PLENO
406699995 - AMBULATORIAL I EMPRESARIAL
406702999 - EXECUTIVO EMPRESARIAL
406703997 - PERSONALIZADO EMPRESARIAL
406705993 - BÁSICO EMPRESARIAL
455810073 - ESSENCIAL
463190101 - EXECUTIVO ADESÃO
- SÃO FRANCISCO ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA - 403962
414998990 - HGU SAÚDE INDIVIDUAL/FAMILIAR
414999998 - HGU SAÚDE COLETIVO EMPRESARIAL
450776042 - HGU SAÚDE CO PARTICIPAÇÃO
461313109 - COLETIVO POR ADESÃO CO PARTICIPAÇÃO
- SÃO FRANCISCO SISTEMAS DE SAÚDE SOCIEDADE EMPRESÁRIA LTDA - 302091
413284990 - SÃO FRANCISCO SAÚDE TOTAL STANDARD
415644997 - SÃO FRANCISCO SAÚDE TOTAL STANDARD
415647991 - ADESÃO PLENO A SV
415650991 - INDIVIDUAL PLENO B
459491096 - PLANO SÃO FRANCISCO SAÚDE INTEGRADO SEM COP. STANDARD IND
459509092 - PLANO SÃO FRANCISCO SAÚDE INTEGRADO COM COP. STANDARD IND
- SAÚDE MEDICOL S/A - 309231 
457163081 - MASTER 620 A
457425087 - MASTER 520 E
457429080 - PLENO 320 E
- SEISA SERVIÇOS INTEGRADOS DE SAÚDE LTDA - 338362
415436993 - PLANO PREMIUM BLUE GR
415437991 - PLANO STANDARD BLUE GSP
416330993 - PLANO STANDARD BLUE GR
434204006 - PREMIUM BLUE GR CA
436385010 - STANDARD BLUE GR-SA
456389071 - SAFIRA
45650107 - STANDARD BLUE GSP CE 1
460155096 - ÔNIX PLUS - CE
460157092 - SAFIRA CE
700613996 - RUBI
700616991 - ÔNIX
700617999 - ÔNIX PLUS
701758998 - PREMIUM BLUE PAHOESP
- SMS - ASSISTÊNCIA MÉDICA LTDA - 311405 
401544984 - PREMIUM ENFERMARIA REDE PRÓPRIA
401545982 - PREMIUM ENFERMARIA REDE CREDENCIADA
401546981 - PREMIUM ENFERMARIA REDE PRÓPRIA
401547989 - PREMIUM ENFERMARIA REDE CREDENCIADA
401548987 - PREMIUM APARTAMENTO REDE PRÓPRIA
401569980 - EMPRESARIAL PREMIUM APARTAMENTO REDE CREDENCIADA
437026021 - SMS-SPECIAL EMPRESARIAL
462698102 - SM SAÚDE IDEAL PARTICULAR QUARTO
COLETIVO SEM OBSTETRICIA
- SOCIAL-SOCIEDADE ASSISTENCIAL E CULTURAL - 315630
402743994 - SISSAÚDE ODONTO INDIVIDUAL
459573094 - INDIVIDUAL HOSPITALAR SEMI-PRIVATIVO
459837097 - COLETIVO POR ADESÃO AMBULATORIAL C/ODONTOLOGIA II
459928094 - COLETIVO POR ADESÃO AMBULATORIAL HOSPITALAR COM ODONTOLOGIA
- SOSAÚDE ASSISTÊNCIA MÉDICO HOSPITALAR LTDA - 410926
447049034 - STANDART SEM OBSTETRICIA EMPRESARIAL
447050038 - VIP SEM OBSTETRICIA EMPRESARIAL
453350040 - STANDARD ENFERMARIA SEM OBSTETRICIA
453351048 - VIP APARTAMENTO SEM OBSTETRICIA
455748074 - SOSAÚDE FLEX VIP EMPRESARIAL
455749072 - SOSAÚDE FLEX VIP
455751074 - SOSAÚDE FLEX STANDART
- UNIMED BRASILIA COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO – 353574
- UNIMED FEDERAÇÃO INTERFEDERATIVA DAS COOPERATIVAS MÉDICAS DO CENTRO-OESTE E TOCANTINS - 347361
420451994 - MEDCENTRO NACIONAL EMPRESARIAL APT
420454999 - MEDCENTRO NACIONAL ADESÃO ENF
420455997 - MEDCENTRO NACIONAL ADESÃO APT
458850089 - MEDCENTRO ESPECIAL ADESÃO
- UNIMED GUARARAPES COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO LTDA - 327263
-UNIMED MACEIÓ COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO - 327689
416051997 - UNIVIDA BÁSICO COLETIVO POR ADESÃO
430278008 - PLANO EST.ESP. AMB.+HOSP. REFERENCIADO
430293001 - PLANO EST.BÁS. AMB.+HOSP.+OBST. CO-PARTICIPAÇÃO
430305009 - ESTADUAL BÁSICO PLUS COLETIVO POR ADESÃO - CO PARTICIPAÇÃO
430321001 - ESTADUAL ESPECIAL PLUS COLETIVO POR ADESÃO COPARTICIPAÇÃO
430353009 - ESTADUAL ESPECIAL PLUS COLETIVO POR ADESÃO
704030990 - UNIVIDA ESPECIAL COLETIVO POR ADESÃO
Resposta das operadoras
A Unimed Maceió informou que, como ainda não recebeu nenhum comunicado oficial sobre a suspensão, prefere não se pronunciar sobre o assunto.
A Administração Brasileira de Assistência Médica afirmou que, de acordo com o departamento jurídico da empresa, a ANS “utilizou parâmetros que não são procedentes” e por isso a operadora vai buscar medidas judiciais ou administrativas junto à ANS e ainda pedir revisão da decisão.
A ASL- Assistência à Saúde (Amil Nordeste) informou que está verificando junto à ANS as categorias de planos da ASL que foram incluídas na lista, e que todos os compromissos determinados pela Agência serão cumpridos.
A Assistência Médico Hospitalar São Lucas diz que todos os processos encaminhados foram respondidos dentro do prazo. Segundo Fábio Moura, diretor geral da operadora, o departamento jurídico da analisa a suspensão e marcará uma reunião com a ANS para resolver a questão.
A Beneplan Plano de Saúde Ltda, diz que não concorda com a decisão da ANS e alega erro de apuração por parte da agência. De acordo com Luiz Carlos Mendes Junior, diretor-presidente da Beneplan, todas as notificações recebidas via ANS foram arquivadas após apuração interna por parte do hospital. “Estamos fazendo um ofício d eresposta, pedindo que a ANS se retrate sobre essa condição”.
O Centro Trasmontano de São Paulo informou que apura a decisão da ANS e deve se posicionar nesta quarta-feira.
A Prevent Senior informou que não recebeu comunicado da ANS e que, “em todas as reclamações sobre consultas e exames, sempre disponibilizamos outro profissional ou serviço quando aquele escolhido pelo beneficiário não tem disponibilidade na agenda”. “Não podemos interferir na agenda dos profissionais e serviços credenciados mas, apenas, oferecer outro na mesma especialidade ou que realize os mesmos serviços”.
A Porto Alegre Clínicas afirmou que “entre 1ª de janeiro de 2012 e 18 de junho, nós atendemos cerca de 60 mil consultas e tivemos apenas 12 notificações. A ANS tem um monitoramento assistencial, e a nossa operadora está no status verde, que é a melhor que uma operadora pode ter”. “Após o contato com a ANS, veremos as medidas legais."
O São Bernardo Saúde informa que não recebeu notificação oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e, por isso, ainda está tomando conhecimento dos detalhes da decisão. Entretanto, ressalta que se adequará ao que for exigido para ajustar os produtos questionados e manter o atendimento aos seus associados dentro da normalidade e dos prazos previstos pela agência.
A São Francisco Saúde informou estar “surpresa” com a decisão, “visto que acompanha sistematicamente a avaliação da operadora através do espaço reservado a esta no site da Agência e até as 12h de hoje (10 de julho de 2012) a avaliação relativa ao desempenho dos últimos dois trimestres apontava baixo índice de notificações e uma melhora significativa no desempenho entre os períodos”.
A Fundação Waldemar Barnsley Pessoa informou que contesta a decisão. “No período avaliado, a operadora realizou cerca de 300 mil consultas e 700 mil exames, recebendo 5 notificações no primeiro trimestre e 4 no segundo trimestre. Todas estas notificações já foram solucionadas pela operadora dentro do prazo exigido e arquivadas pela ANS”.
Procurada, e aguarda posicionamento, das operadoras Assim Saúde, Unimed Brasília, Saúde Medicol, Seisa, Só Saúde, Unimed Maceió Cooperativa de Trabalho Médico, Unimed Paulistana Sociedade Cooperativa de Trabalho Médico, Vida Saudável S/C Ltda, Viva Planos de Saúde Ltda, Social Saúde, Admedico Administração de Serviços Médicos a Empresa Ltda, Operadora Ideal Saúde LTDA (Recife), Nossa Saúde – Operadora Planos Privados de Assistência à Saúde LTDA (Curitiba), Memorial Saúde LTDA (Rio de Janeiro) e Centro Clínico Gaúcho LDTA.
A reportagem não conseguiu contato com SMS – Assistência Médica Ltda, Unimed Federação Interfederativa das Cooperativas Médicas do Centro-Oeste e Tocantins, Unimed Guararapes Cooperativa de Trabalho Médico, Universal Saúde Assistência Médica SA, São Francisco Assistência Médica LTDA (Petrolina-PE), Samp Espírito Santo Assistência Médica LTDA (Vitória), Recife Meridional Assistência Médica LTDA (Recife), Real Saúde LTDA EPP (São Paulo / Recife), Excelsior Med, Fundação Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte, Greenline e HBC Saúde S/C LTDA (Guarulhos-SP).